
APESAR DO BAIXO COMPARECIMENTO À ASSEMBLEIA GERAL DO DIA 7 (segunda-feira) convocada pelo sindicato, uma decisão foi tomada e o Sindicato conta com a colaboração de todos para viabilizar a implantação dos sanitários químicos. As sugestões de emendas do sindicato ao Projeto de Lei (PL), que vai reorganizar a feira livre, foram aceitas pelo governo Guti, como a manutenção do preposto e da transferência da matrícula após 5 anos de efetivo exercício da atividade, entre outras. Agora o projeto de lei será enviado ao Poder Legislativo para aprovação. Um pedido do governo nesta discussão foi que o Sindicato e os feirantes implantassem sanitários químicos como projeto piloto na feira de domingo da rua Tapajós.
Sindicato atua junto ao poder público para defender os interesses dos feirantes

EM REUNIÃO NO DIA 31 de janeiro, o Sindicato, representado pelo presidente Hélio Teruia e pelos diretores Carlos Mayeda e Liu Kuo Chiang, Pascoal Ishyiama (YU) e a assessoria técnica, Chico Soares e dr. Marcelo, e o governo, representado pelo secretário, Edmilson Americano, e o secretário do Desenvolvimento Urbano, Carlos Soler, acordaram sobre a nova Lei da Feira que será enviada para a aprovação do Poder Legislativo. O Sindicato propôs e foram aceitas pelo governo as seguintes mudanças: 1 – o feirante poderá transferir a titularidade da matrícula após cinco anos de efetivo exercício da atividade; 2 – o feirante poderá nomear preposto não só por afastamento por doença comprovada, mas também em outras situações; 3 – os feirantes de Guarulhos poderão optar em fazer feiras diurnas ou noturnas; 4 – o Sindicato será cientificado quando da implantação ou transferência de feira. Estas foram as mudanças mais importantes acatadas pela Prefeitura entre outras que contribuíram para deixar o texto legal mais claro e conciso.
A Prefeitura propôs que o Sindicato e os feirantes se comprometessem com a implantação de banheiros químicos nas principais feiras da cidade. E sugeriu como piloto a feira de domingo da Rua Tapajós.

